3 Passos para começar a criar um marketing de Conteúdo

Então você sabe o que é um marketing de conteúdo? Para que ele serve? E como ele é feito? Se não separamos algumas dicas que vão te ajudar nesse processo.

O marketing de conteúdo é uma estratégia de atração de clientes através de conteúdo relevante e valioso.
Sabemos que hoje as pessoas estão famintas de conhecimento, propagandas de tv já não estão mais satisfazendo tanto a cabeça dos usuários, principalmente os consumidores da internet.

1° Passo:

Defina seu público alvo

Saber em quem focar é um ponto chave no processo de vendas, não adianta você vender artigos femininos e focar em artigos masculinos ou então infantil não é? você tem que selecionar qual é o
tipo do seu público, o que ele gosta, o que ele procura, como ele se comporta e etc. O primeiro passo é conhecer o seu consumidor ideal (sua persona). Focar no seu cliente é o que realmente é mais importante, essa é a ideia principal, pois apenas eles realmente tem interesse no consumo dos seus produtos.

2° Passo

Foque onde o seu publico está!

Depois de ter  encontrado a sua persona, você vai analisar o melhor tipo de relação com seu cliente, você deve saber onde ele está, sabemos que cada perfil de empresa há um publico diferente em redes sociais, seja ele pelo instagram, Facebook, twitter, Linkedin ou blog. Há não podemos nos esquecer do youtube.

Atualmente o Youtube é muito usado como forma de geração de conteúdo, que são chamados os vlog (abreviação de videoblog (vídeo + blog), temos visto muitos ” bloggueiros” ganhando fama na internet com videos no youtube ou até mesmo no instagram, vemos também muitas empresas se destacando na internet por ter grandes conteúdos de videos como tutoriais ou ate mesmo bate-papos relacionados a sua área e produto, o youtube ele é um grande aliado no relacionamento da sua empresa com seu cliente.

Ter um blog parece estar meio ultrapassado, mas não é! Depois de uma estratégia de conteúdo montada, entendendo quais são os assuntos relacionados a sua área de atuação que realmente podem engajar os seus clientes em potencial aí você começa uma estratégia de criação e divulgação desses conteúdos em seu blog, para que eles sejam encontrados pelo seu público através do Google, de outros mecanismos de buscas e de outros canais relevantes.

Você sabia que o google tem um mecanismo de busca que você usando palavras chaves seu site ganha destaque sem pagar nada?

Quando o usuário digita um termo de pesquisa no Google, denominados palavras-chave, os servidores do buscador iniciam um processo de rastreamento e indexação dos resultados em seu índice. Esse rastreamento é feito nas mais de 30 trilhões de pages armazenadas na web que tenham relação com o termo digitado.

Ao realizar esse rastreamento, os “robôs” do Google examinam criteriosamente todas as páginas que tenham algum assunto relacionado com a pesquisa, são centenas de milhares de resultado, mas, o buscador faz uma série de análises nestas páginas para ter a certeza de que o resultado apresentado será realmente útil para o que o usuário deseja.

Por que ter um blog?


O blog é o melhor canal de divulgação dos conteúdos de uma estratégia como essa. Primeiro porque ele é um canal exclusivamente seu para comunicação com o seu público.
Segundo porque, através de um blog, você consegue otimizar os seus conteúdos para motores de busca, isso é, para que eles sejam encontrados no Google e conquistem boas posições!

3º Passo:

Ação

  • Haja, seja rápido pois o mercado ele muda a todo tempo.
  • Não procrastine
  • Foque

Com essa estratégia de marketing, agora é só engajar, mantenha seu público engajado com você, pois seguindo esses passos você terá:

  • Mais visibilidade em sua marca
  • Melhor relacionamento com seu cliente
  • Aumento de vendas com baixo custo
  • Aumento de ledas

Cluster MariaDB Galera no Debian ou Ubuntu

Introdução
Neste tutorial vamos aprender a criar um cluster de banco de dados MariaDB 10.1 usando o Galera Cluster nativo do MariaDB no Linux Debian 9 ou qualquer outra versão Debian/Ubuntu desde que seja instalado o MariaDB 10.1. Rodar o banco de dados em cluster é importante pois trás integridade nos dados e redundância, aumentando a disponibilidade do serviço.

Para isso, será necessário o mínimo de 3 servidores linux.

Se estiver logado como root, você pode remover o sudo dos comandos abaixo.

Primeiro vamos atualizar o repositório (Execute nos 3 servidores)

$ sudo apt update

Obs: É necessário que cada servidor esteja com hostname diferente um do outro.
Se precisa alterar o hostname e não sabe como fazer isso, pode seguir este tutorial: https://blog.absam.io/como-alterar-o-hostname-no-debian/

Agora vamos instalar os pacotes necessários (Execute nos 3 servidores)
Neste passo, vamos instalar o MariaDB nos 3 servidores junto com o client e o rsync que faz a sincronização dos dados entre os nodes.

$ sudo apt install mariadb-server mariadb-client rsync -y

Desligando o MariaDB (Execute nos 3 servidores)
Concluídos os passos anteriores, vamos desligar o MariaDB nos 3 nodes.

$ sudo service mysql stop

Configurando o Galera
Agora sim vamos partir para a configuração do galera e integração/replicação dos dados entre os 3 nodes MariaDB.

Vamos criar um arquivo nesse diretório: /etc/mysql/conf.d/galera.cnf

Com o seguinte conteúdo (Execute nos 3 servidores):

[mysqld]
#mysql settings
binlog_format=ROW
default-storage-engine=innodb
innodb_autoinc_lock_mode=2
query_cache_size=0
query_cache_type=0
bind-address=0.0.0.0

#galera settings
wsrep_on=ON
wsrep_provider=/usr/lib/galera/libgalera_smm.so
wsrep_cluster_name="my_wsrep_cluster"
wsrep_cluster_address="gcomm://IP_01,IP_02,IP_03"
wsrep_node_address="IP_01"
wsrep_node_name="HOSTNAME_01"
wsrep_sst_method=rsync

Troque os ips pelo IP de cada servidor e o nome pelo nome do servidor em questão.
Vai ficar mais ou menos assim:

# Servidor 01
wsrep_cluster_address="gcomm://10.0.0.15,10.0.0.30,10.0.0.45"
wsrep_node_address="10.0.0.15"
wsrep_node_name="mariadb01.cloud.server"
# Servidor 02
wsrep_cluster_address="gcomm://10.0.0.15,10.0.0.30,10.0.0.45"
wsrep_node_address="10.0.0.30"
wsrep_node_name="mariadb02.cloud.server"
# Servidor 03
wsrep_cluster_address="gcomm://10.0.0.15,10.0.0.30,10.0.0.45"
wsrep_node_address="10.0.0.45"
wsrep_node_name="mariadb03.cloud.server"

Liberando acesso externo no MariaDB (Execute nos 3 servidores)
Se o cluster precisa estar acessível por outros computadores e servidores, então você vai precisar executar o passo abaixo.

$ sudo nano /etc/mysql/mariadb.conf.d/50-server.cnf

# Procure a linha bind-address 127.0.0.1
# Troque para bind-address 0.0.0.0
# Salve e feche o arquivo

Agora vamos inicializar o servidor com cluster ativado.
Obs: As portas TCP 3306, 4567, 4568, 4444 e a porta UDP 4567 precisam estar liberadas.

# Servidor 01
$ sudo galera_new_cluster
# Servidor 02
$ sudo service mysql start
# Servidor 03
$ sudo service mysql start

Executados os passos acima, o cluster já deve estar devidamente sincronizado.
Você pode checar quantos nodes tem no cluster, executando este comando:

$ mysql -u root -p -e "SHOW STATUS LIKE 'wsrep_cluster_size'"

O retorno deve ser algo assim:

+--------------------+-------+
| Variable_name      | Value |
+--------------------+-------+
| wsrep_cluster_size | 3     |
+--------------------+-------+

O resultado da variável wsrep_cluster_size deve ser igual ao número de nodes que você está usando, em nosso caso 3.

Se você quer criar um novo usuário com acesso externo no MariaDB, pode seguir esse tutorial: https://blog.absam.io/criando-usuario-no-mysql-ou-mariadb-via-shell/

Se você precisa instalar o phpMyAdmin pode seguir este tutorial: https://blog.absam.io/instalando-phpmyadmin-no-ubuntu-18-04-ou-debian-9/

Como alterar o hostname do Linux

Introdução
Neste tutorial vamos aprender como alterar o hostname do seu servidor Linux de forma rápida e direta.

Se estiver logado como root, você pode remover o sudo dos comandos abaixo.

Você pode checar o hostname  de cada servidor com o comando: hostname -f.

Primeiro vamos alterar o arquivo /etc/hostname

$ sudo nano /etc/hostname

# Apague todo o conteúdo do arquivo e insira apenas seu novo hostname.
# Ex: server01.cloud.server

Para finalizar vamos alterar o arquivo /etc/hosts

$ sudo nano /etc/hosts

# Você vai ver um arquivo mais ou menos assim:

127.0.0.1   localhost
127.0.0.1   host.example.com
# The following lines are desirable for IPv6 capable hosts
::1     localhost ip6-localhost ip6-loopback
ff02::1 ip6-allnodes
ff02::2 ip6-allrouters

Altere essa linha: 127.0.0.1   host.example.com
Em nosso caso vai ficar assim: 127.0.0.1   server01.cloud.server

Salve e reinicie o servidor.

Instalando o CPanel no Centos 7

Introdução
O CPanel é o gerenciador de hospedagem mais usado do mundo, ele facilita e muito o dia a dia de quem precisa hospedar multiplos sites no mesmo servidor e fazer o gerenciamento de arquivos, usuários, tarefas cron, emails, bancos de dados, etc.

Você precisa estar logado como root para conseguir instalar o CPanel

Primeiro vamos atualizar o Centos 7

$ yum update -y

Agora, precisamos desativar o NetworkManager

$ systemctl stop NetworkManager
$ systemctl disable NetworkManager

As vezes é necessário alterar o nome da placa de rede na inicialização do sistema.
Você deve trocar eth0 por ens18, eth1 por ens19, eth2 por ens20 e assim por diante.
Os arquivos de configuração ficam no diretório: /etc/sysconfig/network-scripts/

Agora vamos atualizar o hostname do servidor

$ hostname server.host.name
ex: servidor01.minhaempresa.com.br

Faça o download do arquivo de instalação do CPanel

$ yum install wget
$ wget http://httpupdate.cpanel.net/latest

Enfim, vamos a instalação do CPanel que pode levar até 45 minutos

$ sh latest

Após concluída a instalação, você pode acessar o WHM assim: https://IP_DO_SERVIDOR:2087/
Ex: https://1.2.3.4:2087/

Instalando MariaDB no Debian 9

Introdução
MariaDB é um servidor de banco de dados que cresceu muito rapidamente como uma alternativa ao MySQL. Neste tutorial, vamos mostrar como é simples a instalação do MariaDB no Linux Debian 9

Se estiver logado como root, você pode remover o sudo dos comandos abaixo.

Primeiro vamos atualizar o repositório

$ sudo apt update

Agora vamos instalar o servidor e o cliente MariaDB

$ sudo apt install mariadb-server mariadb-client

Pronto! Agora você pode logar no seu servidor MariaDB com o usuário root e sem uso de senha.

$ mysql -u root

Se você quer criar um novo usuário no MariaDB, pode seguir esse tutorial: https://blog.absam.io/criando-usuario-no-mysql-ou-mariadb-via-shell/

Se você precisa instalar o phpMyAdmin pode seguir este tutorial: https://blog.absam.io/instalando-phpmyadmin-no-ubuntu-18-04-ou-debian-9/

Instalando phpMyAdmin no Ubuntu 18.04 ou Debian 9

Introdução
O phpMyAdmin já vem nativamente disponível nos repositórios do Ubuntu e do Debian, por isso é extremamente simples fazer a instalação.

Se estiver logado como root, você pode remover o sudo dos comandos abaixo.

Primeiro vamos atualizar o repositório

$ sudo apt update

Agora vamos instalar phpMyAdmin

$ sudo apt install phpmyadmin

Pronto, agora é só acessar o phpMyAdmin via web: http://IP_DO_SERVIDOR/phpmyadmin
Ex: http://1.2.3.4/phpmyadmin

Se você não sabe como criar um usuário do MySQL com acesso externo, pode seguir esse tutorial: https://blog.absam.io/criando-usuario-no-mysql-ou-mariadb-via-shell/

Instalando MySQL no Ubuntu 18.04

Introdução
MySQL é o servidor de banco de dados mais usado no mundo, e neste tutorial vamos aprender a instalar o MySQL no Ubuntu 18.04

Se estiver logado como root, você pode remover o sudo dos comandos abaixo.

Primeiro vamos atualizar o repositório

$ sudo apt update

Agora vamos instalar o servidor e o cliente MySQL

$ sudo apt install mysql-server mysql-client

Pronto! Agora você pode logar no seu servidor MySQL com a senha que cadastrou durante a instalação.

Se você quer criar um novo usuário no MySQL, pode seguir esse tutorial: https://blog.absam.io/criando-usuario-no-mysql-ou-mariadb-via-shell/

Se você precisa liberar o acesso externo ao MySQL, pode seguir esse tutorial: https://blog.absam.io/liberando-acesso-externo-ao-mysql/

Liberando acesso externo ao MySQL

Introdução
Se você está precisando liberar acesso externo no seu servidor MySQL e não sabe, este tutorial vai te ensinar a fazer isso em poucos minutos.

Se estiver logado como root, você pode remover o sudo dos comandos abaixo.

Primeiro edite o arquivo de configuração do MySQL, geralmente ele se chama my.cnf

$ sudo nano /etc/mysql/my.cnf

Agora procure a linha de Bind IP

bind-address 127.0.0.1

Troque 127.0.0.1 por 0.0.0.0

bind-address 0.0.0.0

Salve o arquivo e reinicie o servidor MySQL

$ sudo service mysql restart

Pronto, seu servidor MySQL já deve estar respondendo externamente agora.
Obs: Se houver firewall, a porta 3306 precisa estar liberada para que seja possível a conexão externa.

Se você não sabe como criar um usuário do MySQL com acesso externo, pode seguir esse tutorial: https://blog.absam.io/criando-usuario-no-mysql-ou-mariadb-via-shell/

Criando usuário no MySQL ou MariaDB via SSH

Introdução
Se você está precisando criar um usuário no seu servidor MySQL ou Mariadb com acesso externo e não sabe, este é o tutorial certo para você.

Logado via SSH no seu servidor, primeiro faça login no seu servidor MySQL ou MariaDB

$ mysql -u root -p

Agora você pode criar o usuário com o seguinte comando
Troque a palavra USUARIO pelo usuário desejado e a palavra SENHA pela senha desejada.

$ CREATE USER 'USUARIO'@'%' IDENTIFIED BY 'SENHA';

Considerando que você quer dar privilégio total a este novo usuário, execute este comando

$ GRANT ALL PRIVILEGES ON * . * TO 'USUARIO'@'%';

Agora par finalizar, aplique o privilégio

$ FLUSH PRIVILEGES;

DevOps – Visão Geral

O que é? O que faz? Como funciona? Do que se alimenta?

Dívida técnica

Em empresas tradicionais de tecnologia, as equipes de desenvolvimento e operações de TI costumam trabalhar de forma isolada.

Os programadores desenvolvem a aplicação e tem por objetivo produzir o máximo de funções e entregar o máximo de valor possível aos clientes, a equipe de operações é responsável por manter essas aplicações e disponibilizá-las para os clientes, deploys constantes podem ser uma ameaça à estabilidade do serviço, que costuma ser a principal métrica de avaliação da equipe de operações.

Essas equipes, por não se comunicarem e por terem, em sua essência, objetivos e métricas diferentes de avaliação, acabam funcionando de forma concorrente. Gerando um panorama em que existem aplicações e infraestruturas complexas, mal documentadas e frágeis.

Na tentativa de corrigir problemas com esse sistema complexo, são realizadas as famosas “gambiarras” e ficam para trás coisas por fazer e por consertar, sempre existe aquele bloco de código que tem que ser reescrito mas que acaba ficando esquecido. Esse é o início da dívida técnica.

Com o aparecimento de novas features e produtos, essa dívida só tende a aumentar. Os problemas inerentes ao sistema já em funcionamento ainda persistem e atrapalham o desenvolvimento dos novos sistemas.

Com o passar do tempo, a carga de trabalho está cada vez maior e a dívida, crescendo a juros compostos. Chega um momento em que a menor mudança, acarreta em grandes problemas, levando a situações insustentáveis de ritmo de trabalho.

Como o DevOps resolve essa dor

Com o advento do DevOps, equipes de desenvolvimento e operações começam a trabalhar de forma conjunta. A programação começa a entrar no mundo de operações na forma de automatização de deploy, testes automatizados e etc.

Equipes pequenas implementam seus recursos independentemente, testam suas soluções em ambientes de produção de forma automática e vêm sua solução chegar até os clientes de forma rápida e segura, sempre com a possibilidade de voltar à última versão estável em casos de erro.

De forma ideal, essas equipes permanecem com a mesma formação e continuam incrementando o mesmo serviço, recebendo constante feedback dos clientes, para corrigir erros sem deixar dívida técnica.

Com este ciclo do DevOps, as aplicações são desenvolvidas, entregues ao cliente, erros são corrigidos e a aplicação é incrementada de acordo com as necessidades do cliente. A entrega contínua de recursos se torna rotina, sem o estresse e o caos de um grande deploy, que costuma ser realizado durante a madrugada, como o caso desse texto.

Um pouco mais da cultura DevOps

O DevOps evolui ainda mais quando se trata de mudança cultural das equipes. Mais do que técnicas de entrega de produto ao cliente, o DevOps trata de constante evolução da equipe do ponto de vista profissional.

O tempo da equipe é valorizado, decisões são tomadas com base em medições. Não se gasta tempo implementando código que não funciona ou que não resolve um problema.

Com uma cultura colaborativa, onde é possível cometer erros e, ao invés de ser punido, aprender com eles, o desenvolvimento pessoal e da equipe está sempre em foco, e esse desenvolvimento é revertido em melhores soluções para os clientes.

Referências

Manual de DevOps – como obter agilidade, confiabilidade e segurança em organizações tecnológicas. Gene Kim, Jez Humble, Patrick Debois e Jhon Willis

DevOps: rompendo a barreira entre desenvolvimento e operações – Atlassian

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