Criando um Cloud DataBase com MariaDB

Na Absam, criar um banco de dados é uma tarefa bem simples, pois nosso sistema abstrai toda a instalação automatizando o processo e é possivel fazer tudo isso no nosso painel. Com apenas alguns cliques no mouse tudo fica pronto.

Preparamos um tutorial com o passo a passo para a instalação de um Cloud Database usando o template do MariaDB, mas esse tutorial serve também se você escolher outro tipo de banco de dados. (Ex.: MongoDB)

Estando logado no sistema, clique em Criar Servidor e depois em Cloud Database.

Após escolher o nome do servidor e a região do datacenter, selecione o banco de dados.

Após escolher o plano o modelo de cobrança basta clicar no botão “Contratar agora“. Assim que confirmado o pagamento o seu database estará disponível.
As informações de acesso serão enviadas para o e-mail de cadastro. Você pode acessar o database pelo nosso painel ou via SSH.

Tudo feito de forma simples e fácil.


Se ficou alguma dúvida entre em contato conosco e será um prazer ajudar.

Criando um Cloud DataBase com MySQL

Os bancos de dados são importantes em qualquer aplicação, armazenar e recuperar informações é fundamental para sua aplicação. Preparar o ambiente do banco de dados as vezes pode ser um pouco cansativo pelo fato de ter que seguir todo aquele passo a passo de instalação.

Na Absam, criar um banco de dados é uma tarefa bem simples, pois nosso sistema abstrai toda a instalação automatizando o processo e é possivel fazer tudo isso no nosso painel. Com apenas alguns cliques no mouse tudo fica pronto.

Preparamos um tutorial com o passo a passo para a instalação de um Cloud Database usando o template do MySQL, mas esse tutorial serve também se você escolher outro tipo de banco de dados. (Ex.: MongoDB)

Estando logado no sistema, clique em Criar Servidor e depois em Cloud Database.

Após escolher o nome do servidor e a região do datacenter, selecione o banco de dados.

Após escolher o plano o modelo de cobrança basta clicar no botão “Contratar agora“. Assim que confirmado o pagamento o seu database estará disponível.
As informações de acesso serão enviadas para o e-mail de cadastro. Você pode acessar o database pelo nosso painel ou via SSH.

Tudo feito de forma simples e fácil.

Se ficou alguma dúvida entre em contato conosco e será um prazer ajudar.

Como o coronavírus impactará as startups e como elas devem reagir?

A pandemia causada pelo novo coronavírus tem feito as startups brasileiras e do mundo afora repensarem seus modelos de negócios e estratégias para conseguir sobreviver à crise.

Para Amure Pinho, presidente da ABStartups – Associação Brasileira das Startups, a crise causada pelo novo coronavírus obriga as startups a saírem mais enxutas na outra ponta. “É hora de reter caixa e o maior número de clientes possível”, recomenda.

Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups, recomenda que as startups se debrucem sobre planejamentos de curto prazo. “Se o planejamento era de um ano, ou três meses, eu diria que hoje, a gente vai trabalhar semana a semana”, pontua.

Amure também recomenda as startups alguns ajustes: “Salvem o caixa economizando o máximo que puderem; reveja ações de marketing e o custo de aquisição de usuários, é melhor agora reter o que se tem;

Seja empático com seu time, mude imediatamente as condições de trabalho para remoto; fique atento ao movimento de isenção de impostos e financiamento e, por fim, não pegue carona no coronavírus. Se você quiser oferecer à sociedade, faça isso sem esperar exposição da sua marca”, finaliza.

Criando um Cloud APP com Laravel

Laravel é um framework PHP livre e open-source criado por Taylor B. Otwell para o desenvolvimento de sistemas web que utilizam o padrão MVC. Configurar um ambiente Laravel demanda um pouco de tempo e  algumas configuração mais avanças. Mas na Absam, criar uma ambiente para desenvolver sua aplicação Laravel é um tarefa muito simples. Com o Cloud App em poucos passo você terá um ambiente pronto para desenvolvimento em simples passos.

Estando logado no sistema, no menu principal clique em Criar Servidor > Cloud App

Logo após escolher o nome do servidor e a região do datacenter, clique na aba Marketplace e escolha a opção Laravel. Defina o Plano, Recursos Adicionais, Modelo de Cobrança e logo em seguida clique no botão Contatar agora.

Assim que seu pagamento for aprovado sua instancia será criada, aguarde o processo acabar, não demora muito.

Pronto, seu Cloud App com Laravel foi criado, você receberá as informações de acesso no seu e-mail, tudo feito de forma simples e rápida.

Se ficou alguma dúvida deixe nos comentários ou entre em contato com nosso suporte que vamos te ajudar.

Como criar apontamento de portas no Cloud NAT

Apontar um porta para seu Cloud Nat é uma tarefa bem simples no painel da Absam. Com poucos cliques e apenas algumas informações já é possivel executar esta tarefa.

No menu principal do seu Cloud NAT clique em Portas Públicas.

Adiciona a porta em “Porta privada” e insira um comentário, ex.: “Porta MySQL

Pronto, agora é só escolher o tipo de protocolo (TCP ou UDP) e inserir o IP de Origem.

Se ficou alguma dúvida deixe nos comentários para que a gente possa ajudar.

Adicionando um domínio personalizado no Cloud APP ou Cloud NAT

Apontar um domínio personalizado para seu Cloud App ou Cloud Nat é uma tarefa simples no painel da Absam. Com poucos passos é possível apontar o seu domínio.

Tela principal Cloud App

Primeiro passo é estar logado no painel, logo em seguida abra seu Cloud App ou Cloud Nat que deseja apontar um domínio personalizado e clique no link Domínios no menu central.

Logo em seguida clique no botão Adicionar domínio.

Insira seu domínio ou subdomínio sem o www e clique em Adicionar. Aguarde o processo finalizar.

Pronto, seu domínio foi adicionado de forma muito simples. 

Se o seu domínio do não tiver nenhum servidor DNS você pode criar os nameservers no nosso painel.

No menu lateral clieque em DNS

Preencha o seu domínio e depois o Host ou IP do seu servidor e clique em “Adicionar

Esses são nossos nameservers caso você use o servidor DNS da Absam para seu domínio:

ns1.absam.io

ns2.absam.io

ns3.absam.io

Se ficou alguma dúvida entre em contato conosco e te ajudaremos da melhor forma. 

Criando um Cloud App com PHP

O PHP é uma das linguagens de programação mais utilizadas no mercado de TI, por muitas vezes sendo uma das melhores opções para construir o backend de sua aplicação.

Na Absam é possivel criar um servidor com PHP em poucos passos e de forma bem simples de configurar.

Criando o Cloud App com PHP

Antes de mais nada é necessário estar logado no painel da absam. Já dentro do painel, na parte superior do site clique no botão Criar Servidor e depois em Cloud App. Também é possível clicar no opção Cloud App no menu à esquerda.

Criando um Cloud App

O próximo passo é escolher o tipo de aplicativo que você irá utilizar, que no nosso caso é o PHP. Não se esqueça de definir o nome do servidor e escolher a região do datacenter.

Escolhendo o tipo de aplicação

Depois de criado, aguarde o processo de instalação, isso pode demorar alguns minutos.

Processo de instalação do seu Cloud App PHP

Maravilha! Seu servidor está pronto para ser utilizado, com tudo feito de forma bem simples e prática.

Logo após a configuração você receberá no seu e-mail os dados para acessar o servidor PHP, que nesse caso é o Host (endereço de acesso), a Porta SSH/sFTP, Usuário e Senha. 

Resumo das informações do seu servidor.

Ainda no painel da Absam é possivel definir algumas configurações do seu Cloud App PHP, como alterar a versão do PHP. 

No menu, clique em Configurações.

Nessa tela você verá algumas opções de configuração disponíveis. Entre elas está a opção de alterar a versão do PHP. Escolha uma das versões disponíveis e clique no botão Salvar. Reinicie o Servidor Apache clicando no botão Reiniciar.

Acessando o servidor via SSH (remotamente) via terminal.

Utilize o comando: ssh usuario@seu_host -p porta_ssh

Se for solicitado alguma confirmação escreva: yes.

Insira sua senha e pronto!

Acesso SSH via terminal.

Sinta-se a vontade para deixar um comentário com sua dúvida, será um prazer responder! 🙂 

Criando seu banco de dados com o Cloud Database

Praticamente toda aplicação digital necessita de um algum tipo de persistência de dados. Por conta disso, os bancos de dados possuem um papel vital na construção e funcionamento de aplicações em geral. Seja para agir como cache, fazendo com que as consultas ao banco sejam feitas com menos frequência, ou como parte integral para trabalhar com os dados da sua aplicação.

Por conta disso, nós da Absam possuímos um serviço feito especialmente para você poder configurar seu banco de dados sem dor de cabeça, e focar apenas no desenvolvimento da sua aplicação e gerenciamento do banco da mesma. Nossa solução se chama Cloud Database.

No Cloud Database você tem a possibilidade de criar e gerenciar bancos no MariaDB, MySQL, Postgres, MemCached e Redis através do nosso painel. Mas não precisa se preocupar, te mostraremos de forma detalhada como criar e acessar seu banco no Cloud Database.

Criando o Cloud Database

Para criar o Cloud Database, você precisa estar autenticado em nosso painel. Existem duas formas para criar seu Cloud Database. Você pode clicar em Criar Servidor no menu do topo ou clicar em Cloud DataBase no menu lateral e depois em Criar Servidor.

Página para criar o Cloud DataBase

Ao clicar em Criar servidor, a página para criar o Cloud DataBase abrirá e você pode configurar da forma que preferir.

Após criar seu Cloud DataBase, um email chegará com as informações de acesso ao seu banco. No caso do tutorial, o e-mail conterá o nome do Cloud DataBase, host, portas (SSH e de acesso ao banco), usuário e senha do SSH.

Configurando seu banco de dados

Quando seu Cloud DataBase estiver pronto para uso, você poderá acessá-lo pelo painel e verá uma página como essa.

Agora, nas abas listadas, clique em Usuários e Databases. Vamos iniciar criando um usuário. Preencha o nome do usuário e defina o tipo de permissão que o mesmo terá e clique em Salvar. Você pode escolher entre ReadWrite (Leitura e Escrita) ou apenas Read (leitura).

Após criar o usuário, clique na opção Resetar senha para gerar a senha de acesso do usuário. Salve a senha em algum lugar pois utilizaremos mais a frente.

Visto que já temos o usuário criado, vamos criar o banco. Da mesma forma que fizemos para o usuário, preencha o campo com o nome do banco e clique em Salvar.

Pronto, agora nosso que já possuímos os dados de autenticação para usar o banco e o banco de dados, vamos acessar utilizando o phpMyAdmin.

Acessando o banco através do PHPMyAdmin

Acima das abas na página do seu Cloud DataBase existe uma opção chamada phpMyAdmin. Clique nessa opção e você será direcionado a uma página do phpMyAdmin. Com o usuário e a senha que geramos no passo anterior, preencha o formulário e clique em Executar.

Se as informações de acesso estiverem corretas, você estará dentro do phpMyAdmin e verá o banco de dados que criou através do nosso painel, disponível no menu lateral.

Conectando ao seu banco remotamente.

Para se conectar remotamente você pode fazer através do seguinte comando:

Ficou com alguma dúvida? Curiosidade? Fique a vontade para comentar e faremos o melhor pra te esclarecer nos mínimos detalhes.

Como utilizar o Docker para fazer deploy de sua aplicação

A utilização do docker é uma das formas mais simples de você realizar o deploy de sua aplicação num servidor. Neste artigo iremos entendeComo utilizar o Docker para fazer deploy de sua aplicação, criando o seu docker file.

Sempre que há migração de aplicação entre servidores ou a criação de um novo ambiente operacional, é preciso refazer toda a configuração em uma nova máquina virtual, exigindo uma quantidade de tempo e trabalho considerável. Devido a essas situações que por repetidas vezes ocorriam, uma das tecnologias que se tornaram muito populares nos últimos anos foi a de containers. Veremos algumas vantagens de adotar essa abordagem, que a princípio parece ser mais trabalhosa, entretanto, reduz o trabalho de reimplantação a próximo de zero. Veremos como construir uma aplicação web, utilizando PHP FastCGI e Nginx, além de instalar automaticamente o composer e seus pacotes.

Todos os arquivos utilizados neste post podem ser encontrados em: https://github.com/goodeath/absamPosts/tree/master/docker-app

Docker

É importante deixar claro que a tecnologia de containers e Docker são duas coisas distintas. Os containers se tratam de um tipo de virtualização. Já o Docker é uma implementação concreta dessa tecnologia. Esta opção foi escolhida por ser bastante popular, robusta e open source. Toda vez que utilizarmos o termo Docker trataremos do software .

Docker Compose

É uma ferramenta do docker, utilizada para construir e configurar múltiplos containers Docker simultaneamente. É possível iniciar todos os seus serviços através de um arquivo de configuração (docker-compose.yml) com apenas um comando. Pode ser utilizado em todos os ambientes: produção, testes, desenvolvimento, etc.

Dockerfile

Se trata de um arquivo de configuração, assim como o docker-compose.yml, utilizado para dar instruções durante a criação dos containers. Podemos utilizá-lo para baixar arquivos, instalar pacotes, executar comandos shell, etc.

Iniciando

Devemos instalar os pacotes do Docker. Basta executar o comando:

$ apt install docker.io docker-compose -y

uma vez instalado, podemos verificar a instalação do docker executando:

$ docker -v

A saída deve ser algo como: Docker version 18.09.7, build 2d0083d. Para verificar a instalação do Docker Compose, podemos executar:
$ docker-compose -v

A saída deve ser algo como: docker-compose version 1.17.1, build unknown. Caso haja problemas com a instalação dos pacotes, visite https://docs.docker.com/install/ para checar a instruções detalhadas para o seu sistema operacional.

Iremos aproveitar as imagens já construídas, disponíveis no Docker Hub (https://hub.docker.com). Vamos utilizar a imagem do PHP 7.2-fpm e a nginx:latest. Felizmente podemos utilizar o próprio docker compose para recuperar essas imagens, sem precisar necessariamente acessar o site.

Crie uma nova pasta para o seu projeto, e crie um arquivo chamado docker-compose.yml. O arquivo final vai ser parecido com este:

Vamos analisar cada um dos campos:

version – Indica qual a versão do compose que sendo utilizada. Neste caso a versão 3.
services – Define os serviços que serão iniciados pelo compose.
php | web – O identificador do serviço. Pode ser qualquer nome alfanumérico.
ports – Expõe portas do container. A sintaxe é feita de “{porta_de_origem}:{porta_de_destino}”
build – Campo que indica diretório onde está as configurações que serão aplicadas em tempo de build. Como utilizaremos os arquivos na mesma pasta, utilizamos o . (ponto) para indicar o diretório atual. Tal parâmetro é utilizado apenas no serviço do PHP, pois, o servidor nginx não exige configurações adicionais.
image – Indica o nome da imagem que será utilizada pelo serviço. Pode ser encontrado no Docker Hub.
container_name – Nome do container. É usado apenas como um identificador na hora de executar comandos no container.
volumes – Aqui podemos realizar um link de nossas pastas para dentro do container. Na forma de {origem}:{destino}. É importante notar que, os volumes (pastas, subpastas e arquivos) caso sejam alterados no host , vão refletir dentro do container e vice-versa. Caso deseje que sejam independentes, procurar pelo comando COPY no Dockerfile
depends_on – Lista os serviços pelos seus indicadores, pelo qual o serviço atual precisa esperar para começar a se iniciar.
links – Indica ao serviço, aos quais outros ele deve estabelecer uma conexão de rede. Neste caso o Nginx está linkado com o php pois precisa repassar as solicitações de arquivos php para o FastCGI. Perceba que o nginx solicita ao PHP e pega o retorno, mas, o php nunca faz uma solicitação direta ao nginx, sendo desnecessário estabelecer a conexão nas duas direções.
networks – Podemos estabelecer ou não uma rede e utilizá-las em um serviço. É ideal para manter os endereços constantes e não variar cada vez que um container novo é criado.

No Nginx utilizamos um arquivo site.conf, para realizar as devidas configurações de integração com o FastCGI. É importante não esquecer da indentação e dos hífens (-) para que não ocorra erro na hora do build.

site.conf

Vamos agora a criação do Dockerfile.

Vamos destacar apenas os pontos essenciais:

FROM php:7.2-fpm – Indica que todos os comandos abaixo dessa linha serão executados no container que possui a imagem php:7.2-fpm.

O que fazemos aqui é copiar nosso código fonte para a pasta /home, baixar e instalar o composer (poderíamos também utilizar a imagem pronta), instalar os pacotes do composer e setar a pasta padrão como /code. No final colocamos um script personalizado de execução, que fará a cópia da pasta /home/vendor para a /code/vendor.

Um dos motivos de utilizar um script personalizado, é que como estamos realizando um link da pasta com o host, se realizarmos a instalação de maneira direta, o link é feito depois da execução do Dockerfile, logo, todos os arquivos do vendor serão apagados. É possível superar essa dificuldade usando fases intermediárias de build no Docker, mas, não será nosso caso no momento.

Podemos colocar na raiz do nosso projeto um arquivo index.php:

<?php phpinfo(); ?>

Com toda a configuração realizada, basta executar dentro da pasta:

$ docker-compose up

E devemos ver a seguinte tela:

É possível que seja necessário executar os comandos com o docker em modo de administrador ou caso deseje executar no modo normal, veja este guia: https://github.com/sindresorhus/guides/blob/master/docker-without-sudo.md

Conclusão

Em resumo, a tecnologia Docker é uma abordagem mais granular, controlável e baseada em microsserviços que valoriza a eficiência. Uma vez que todo o processo (Dockerfile, docker-compose, scripts auxiliares) tenham sido completados, basta copiar os arquivos para o servidor, instalar o docker e executar o docker compose. Dessa forma, teremos todo o ambiente devidamente configurado e pronto para uso.

Links

PHP-FPM – https://hub.docker.com/_/php?tab=tags
Nginx – https://hub.docker.com/_/nginx
Dockerfile – https://docs.docker.com/engine/reference/builder/
Docker Compose – https://docs.docker.com/compose/
Página Oficial do Docker – https://www.docker.com/
Docker Compose Versão 3 – Referência – https://docs.docker.com/compose/compose-file/#build

Como gerenciar seu DNS pela CloudFlare

É comum que plataformas hospedadas na internet, tenham vários subdomínios. Vamos usar o exemplo de um comércio eletrônico situada no endereço: https://www.minhaloja.com.br, é possível que haja um outro endereço como: https://painel.minhaloja.com.br entre outros. Há casos em que existem dezenas ou até mesmo centenas de subdomínios e domínios associados, de forma que as vezes existe um sistema automatizado que gerenciar todos esses registros.
A maioria dos servidores e hospedagens oferecem algum tipo de gerenciador de DNS, entretanto, um dos maiores problemas é que, quando é necessário realizar uma migração, é preciso refazer todas as configurações. Além disso, como o gerenciador é diferente do antigo, é preciso esperar o tempo de propagação. Vamos ver como o CloudFlare nos ajuda com essas e outras questões.

Glossário de Termos

DNS – Domain Name System. É como todos os endereços da internet são gerenciados. É um nome que tem associado um endereço de IP.

API – Interface de programação de aplicações. Permite o acesso a funções de maneira programática

DDOS – Ataque distribuído de negação de serviço. Um ataque que é realizado por milhares de computadores, de maneira que torne um serviço indisponível.

Nameserver – Um NameServer (Servidor de Nomes) devolve-lhe a informação acerca do servidor onde esse endereço está localizado/alojado, para que o browser possa mostrar-lhe o conteúdo do site.

VPS – Servidor Privado Virtual. Qualquer computador que esteja na cloud (Absam) 

Proxy –  É um servidor que age como um intermediário para requisições de clientes solicitando recursos de outros servidores.

Worker – Programa que roda continuamente, aguardando requisições ou realizando atividades periodicamente.

Middleware – Qualquer programa, serviço ou servidor que recebe uma requisição e a altera, antes de repassar para o destino final.

CORS – Cross-origin resource sharing é uma especificação de uma tecnologia de navegadores que define meios para um servidor permitir que seus recursos sejam acessados por uma página web de um domínio diferente.

CloudFlare

A cloudflare é um serviço de DNS gratuito, que fornece uma plataforma de forma que os usuários possam realizar diversas configurações de uma maneira que o controle seja centralizado. Ele possui outras funcionalidades como workers, proteção contra ataques DDOS, firewall, cache, etc. Discutiremos apenas funções que nos são pertinentes.

Uma vez feito o cadastro na sua conta, você precisará adicionar um novo domínio:

Após clicar em + Add Site aparecerá a tela para digitar o seu domínio:

Após clicar em Add Site você será perguntado sobre qual plano deseja assinar. Por hora, iremos selecionar o plano gratuito (free) e clicar em Confirm plan.

Na próxima tela, caso o domínio já esteja ativo, automaticamente será recuperado as informações e já adicionadas no servidor da cloudflare, basta clicar em continuar. Em seguida ele irá solicitar que se altere os nameservers no seu servidor.  Você pode fazer isso no seu servidor de nuvem ou de hospedagem, mas é preferível que a alteração seja feita na organização responsável sobre seu domínio. Caso seu dominio seja brasileiro (.com.br), basta entrar no registro.br. Em caso do domínio ser internacional, é preciso encontrar quem é a organização que tem autoridade sobre o seu domínio. No site da InterNic (https://www.internic.net/) é possível obter essas informações.

Após realizar a troca do nameserver, levará até 24 horas para que as mudanças sejam devidamente propagadas. E só então, peça ao cloudflare para checar se os nameservers estão devidamente configurados para que seja validada a configuração. Tome cuidado com servidores em produção! Pode ser que os mesmos fiquem indisponíveis por um certo período.

Vamos avaliar as funções de DNS, que são encontradas no menu superior:


Ao abrir a página, veremos uma lista de registros ( caso tenha sido recuperado de um domínio ativo ) e um botão para adicionar novas entradas:

Não iremos nos aprofundar sobre os tipos de registros (A, CNAME, SRV, TXT, etc.). O que nos interessa é que toda vez que alguém acessar nosso endereço (meusite.com.br) ele irá vir na cloudflare e procurar os registros associados. Neste caso, ele irá usar o endereço de ip ─ no exemplo acima é 191.252.4.25 ─ que está configurado. Esse endereço de ip, pode ser o ip da sua VPS. 

Também é possível ver o ícone de uma nuvem, em que o primeiro registro está ativo e outros não. Caso esteja ativo, a solicitação será redirecionada por dentro da cloudflare, de maneira que será encapsulada, fornecendo assim uma proteção maior e uma camuflagem no endereço de ip real. Caso esteja inativa, será enviada a solicitação diretamente para o servidor, sem nenhum middleware. A diferença entre um modo e outro, é que somente no modo ativo, as capacidades anteriormente citadas, como proteção de DDOS, funcionarão.

Uma outra função interessante, são as opções de cache:

Essa opção permite que os arquivos estáticos da sua página ( .HTML, .CSS, .JS ), a medida que forem solicitados, sejam fornecidos pela cloudflare e não pelo seu servidor. Desta maneira, há uma redução na quantidade de processamento pelo seu serviço HTTP. A cache, tem um tempo de expiração configurável, logo, após o tempo determinado, ele irá solicitar ao servidor os dados novamente para que sejam atualizados.

É importante notar que é possível que haja alguns problemas de CORS, pois os arquivos serão fornecidos pela cloudflare e não pelo seu servidor. Caso isso ocorra, é preciso marcar a opção: Respect existing headers.

Outra funcionalidade interessante é a opção de instalar o certificado SSL/TLS oferecido:

Você pode criar um novo certificado e instalar na sua VPS realizando as devidas configurações. É preciso também habilitar o proxy, para que as solicitações passem através da cloudflare, caso contrário, haverá falha na identificação de identidade.


Vantagens:

  • Proteção contra ataques DoS e DDoS; 
  • CDN (rede de distribuição de conteúdo); 
  • Criptografia de dados e emissão de certificados SSL (HTTPS); 
  • Firewall para aplicações web; 
  • Otimização de imagens; 
  • Balanceamento de carga; 
  • HTTP/2 e SPDY; 
  • Regras customizadas de cache e redirecionamento; 
  • E muitos outros! 

Desvantagens:

  • Complexidade na Configuração


Conclusão

A CloudFlare disponibiliza a sua plataforma para realização do gerenciamento de DNS. Além disso, é possível utilizar a API (https://api.cloudflare.com/) para integrar com outros serviços, ferramentas de DevOPS, etc. Por exemplo, se torna muito prático criar máquinas virtuais e configurar suas respectivas entradas de DNS. 

Também, sempre que houver novas entradas no DNS ou o endereço de ip da VPS for alterado, as mudanças são quase instantâneas. Lembra do período de 2 horas para propagação? Não é necessário, pois uma vez que o nameserver esteja apontando para CloudFlare, ele não precisará mais ser alterado. E quaisquer mudanças que acontecem dentro da cloudflare, são colocadas em operação imediatamente, diminuindo assim também, o tempo de inatividade em manutenções e migrações.

 

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